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Mais um ano, mais uma temporada de receitas. Digo sempre que vou ser mais activa aqui no blogue mas... fico-me pelo dizer somente :)

Tenho ideias, sim tenho. Até de fazer algo diferente, mas será que vou ficar só pelas ideias?! 

Este bolo foi feito para um aniversário, um aniversário que calha no dia 31 de Dezembro de uma pessoa querida.
Queria fazer um duo, parte bolo e outra parte mousse. Devia era ter usado uma forma mais pequena ou duplicado a quantidade de mousse para conseguir um camada mais alta de mousse. Mas estava muito bom. Um misto de chocolate e travo a laranja. Gostei mesmo!







Ingredientes:

Bolo:

Como medida usar uma chávena com a capacidade de 250 ml

5 ovos
1 chávena de leite
1 chávena de óleo
2 chávenas de açúcar
2 chávenas de farinha trigo com fermento
1 colher sobremesa de fermento em pó
1 chávena de cacau em pó
2 colheres sopa de cevada em pó
Uma pitada de sal

Mousse:

200 ml de natas
200 gr. de chocolate de culinária preto
6 ovos
5 colheres de sopa de açúcar 
1 laranja grande (raspa e sumo)
3 folhas de gelatina

Para o topo:

Sumo de 2 laranjas

2 folhas de gelatina


Pré-aquecer o forno a 180ºC.
Com as batedeira bater os ovos, açúcar, óleo, leite e sal.
Envolver na massa os restantes secos.

Forrar com papel vegetal manteiga a base de uma forma de aro amovível e untar as laterais (usei de 27 cm, mas aconselho a usar mais pequena para a camada de mousse ficar mais alta).

Verter o preparado e levar a cozer. Fazer o teste do palito para ver se está cozido.
Retirar quando estiver cozido e deixar arrefecer.

Preparar a mousse (quando o bolo estiver frio):

Derreter em banho-maria o chocolate partido aos bocados com as natas.
Separar as gemas das claras.

Bater as gemas com o açúcar.
Juntar o chocolate derretido à gemada.

Bater as claras em castelo e envolver na mistura anterior.

Retirar para 1 tigela 1 porção da mousse para barrar as laterais do bolo no final.

Aquecer, amornando somente o sumo de laranja e raspas e juntar a gelatina previamente demolhada. Juntar à mousse envolvendo.

Vamos usar a forma de aro amovível para montar o bolo.
Partir o bolo ao meio e colocar um pouco de mousse da porção retirada para a tigela.
Colocar na base da forma. À volta do aro meter tiras papel vegetal por causa da mousse. Colocar a outra metade do bolo por cima.
Despejar a mousse e levar ao frigorífico para solidificar cerca de 4 a 5 horas para terminar o topo.

Preparar o topo:

Aquecer o sumo de 2 laranjas e juntar as 2 folhas de gelatina previamente demolhadas e espremidas. Mexer para dissolver a gelatina e depois do tempo de repouso da mousse colocar com cuidado por cima da mousse, não deixando escorrer para as laterais. Levar ao frio novamente para solidificar.

Retirar do frio e com cuidado retirar o aro à volta e as tiras de papel vegetal.
Barrar com a porção da mousse da tigela à volta do bolo.



As rabanadas no forno já começam a ser uma opção de muitas pessoas pois assim não fazem tão mal. Desta vez fiz desta forma e gostei muito. Eu e quem as comeu, pois foi a sobremesa para um jantar de família. 

Deixo-vos a receita para experimentarem e com ela desejo a quem me visita um Bom Natal partilhado com quem vos é mais querido.




Ingredientes:

1 cacete de rabanadas (com 2/3 dias)
1 litro leite meio gordo
Açúcar amarelo (5 colheres de sopa)
1 pau de canela
1 casca limão
2 pacotes (pequenos) de açúcar baunilhado- pode substituir por aroma de baunilha
3 cravinhos

3 ovos batidos
Açúcar e canela em pó a gosto para polvilhar

Preparação:

Ferver o leite com o pau de canela, a casca de limão, e os cravinhos. Depois de ferver adicionar o açúcar e o açúcar baunilhado e mexer para dissolver. Retirar os cravinhos. Deixar em infusão o mais tempo possível (eu deixei de manhã para a noite).

Untar um tabuleiro com margarina e reservar.
Pré-aquecer o forno a 180ºC.

Bater os ovos.
Fatiar o cacete em fatias com cerca de 2 cm.
Coar o leite e reaquecer. Molhar as fatias no leite, passar por ovo batido de ambos os lados e colocar no tabuleiro untado.

Levar ao forno cerca de 15/20 minutos (a meio se necessário virar). Não devem assar demais.

Retirar e polvilhar com uma mistura de açúcar e canela em pó:

Se quiser fazer uma calda de açúcar para regar:
1 medida de açúcar (1 chávena)
1 medida de água
1 pau canela
2 colheres sopa vinho do Porto

Levar a ferver tudo até a calda reduzir um pouco. Regar a rabanada só quando for comê-la.
Bom apetite!




Quem diz que é um prato à moda alentejana é a culinária nº 27, bem antiguinha do Chef Silva. Sabe bem um pratinho destes com o frio e chuva que faz lá fora.


Ingredientes:

1 kg. de entrecosto de porco (com costela e sem costela)
150 gr. de bacon
Azeite q.b.
1 cebola picada
2 dentes de alhos
1 ramo de cheiros (usei salsa)
100 ml de vinho branco
5 colheres de polpa de tomate
500 gr. de feijão branco seco
100 gr. de chouriço de carne
100 gr. de morcela
1 farinheira
Sal, pimenta
2 malaguetas secas
Cominhos

Preparação:

De véspera coloque o feijão de molho em água fria.
No próprio dia coza o feijão juntamente com a farinheira e a morcela, mas retire logo que cozidas.
Reserve a água da cozedura do feijão.
Corte o entrecosto e o bacon em pedaços regulares.

Faça um refogado com azeite, a cebola, os alhos e o ramo de cheiros.
Quando começar a querer alourar, junte o entrecosto e o bacon, mexa bem e deixe refogar um pouco. Adicione o vinho, a polpa de tomate, e o chouriço de carne. Mexa, tape para "suar" cerca de 2 minutos em lume brando. Depois acrescente um pouco de água da cozedura do feijão, se necessário.

Quando o entrecosto estiver cozido, junte o feijão (já cozido), acrescentando o caldo que achar necessário. Tempere com sal e pimenta e as malaguetas partidas ao meio, para soltar as sementinhas.

Ferva durante 5 a 10 minutos para apurar bem. Fatie o chouriço e a morcela (reservar algumas fatias desta para colocar por cima), assim como a farinheira e deixe ferver mais 2 minutos. Rectifique os temperos e junte 1 pitada de cominhos. Retirar o ramo de cheiros. Servir de preferência numa caçoila de barro rústica.
Sirva com arroz seco.


Chila (gila), chilinha do meu coração dás-me um bolinho de noz ou não? 
Dou!! 
Palavras para quê??
Bolo super saboroso e húmido. Uma delícia.





Ingredientes:

6 ovos
160 gr. de miolo de noz (para picar)
160 gr. de açúcar 
300 gr. de doce de chila (gila)
80 gr. de farinha trigo com fermento
1 colher sobremesa de fermento em pó
1 colher café de canela em pó
Açúcar em pó para polvilhar


Preparação:
Usei uma forma de 21 cm de diâmetro sem buraco.

Forrar com papel vegetal o fundo da forma, untando-o. Untar as laterais da forma e forrar com tiras de papel vegetal (mais altas que a forma), pois nesta forma cresce além das laterais da forma.

Pré-aquecer o forno a 180ºC.

Picar as nozes (piquei na 123) até ficar tipo farinha e reservar.
Com a batedeira bater bem os ovos com o açúcar. 
Juntar a noz, a chila e envolver tudo. Por fim juntar a farinha, a canela e o fermento e envolver novamente.


Verter na forma e levar ao forno. Quando estiver a ficar dourado por cima tapar com folha de alumínio e deixar cozer. Demorou cerca de 1 hora.
Nota: no teste do palito tem tendência a sair com brilho, devido à humidade da chila.

Depois de frio polvilhar com açúcar em pó.




Ano passado fiz este doce, pela 1ª vez (aqui) seguindo a regra de não usar faca no preparo da abóbora chila pois ficava estragada, com cheiro a peixe, mau odor, etc... pois na internet tudo o que vi assim o dizia.

Entretanto através de um Sr. pasteleiro tive conhecimento que isso de não usar faca era tudo treta, que o que causava odor eram as partes amarelas junto às pevides e a espinha "dorsal" que sustenta as pevides.

Então este ano como tinha chilas q.b. decidi tirar as dúvidas.
Conclusão? Realmente é treta, podem usar faca à vontade que não estraga a chila.

Tinha 3 chilas para usar.
Primeiro tentei cortar como se corta uma abóbora, e consegui, mas exige algum esforço de mãos. Retirei com a faca as pevides, a espinha, e tudo o que seja amarelado. Com a faca tirei aos bocados a chila agarrada à casca.
Como exige algum esforço, nas outras duas optei por outro método.

Lavei a chila bem lavada por fora, coloquei num saco plástico de asas no qual dei um nó e pimba atirei para o chão para a partir em vários bocados (assim não fiz força a parti-la e não se suja o chão). 

Retirei do saco e limpei as pevides, a espinha e as partes amarelas. A única diferença é que não retirei a casca da chila, pois resolvi cozer com a casca como fiz ano passado. Para mim é menos trabalhoso e depois de cozida a polpa separa-se muito bem da casca, é só raspar com uma colher.
Ou seja cozi 1 chila descascada e outras 2 com a casca.
Depois de cozida foi fazer o doce que explico abaixo (não se assustem com o tamanho da descrição).
Por isso podem usar faca à vontade.

Chila: "Olha eu aqui toda pomposa. Nem sei o que me espera"

Ratolinha: Pois não, tu e as tuas irmãs ihihih




Aqui fica a sequência das fotos:

A limpar as pevides, a espinha e as partes amarelas com a faca:



O que se retira e ainda usei uma tesoura também na limpeza:





Chila já lavada em várias águas, pronta a ir para o tacho:



Chila já no tacho com água e sal para cozer:




Chila já cozida. Pode-se ver a polpa a separar-se da casca:



O miolo depois de raspado da casca:


A calda do açúcar onde falta colocar a chila:



Já a ferver para reduzir:


Doce já no ponto pronto para colocar nos frascos:


Colocada nos frascos previamente esterilizados:




Doce de chila pronto a ser utilizado ( a sua cor deve-se ao facto de ter usado também canela em pó):




Ingredientes:
Usei:
3 abóboras chila (peso da chila escorrida tinha 1500 gr.)
Sal
Açúcar: igual ao peso da chila escorrida (cortei um pouco e usei 1200 gr.)
Água: Por cada kilo de chila usar 250 ml (usei 375 ml para 1,5 kg de chila)
2 Pau de canela
2 Cascas de limão
Canela em pó (opcional, é uma questão de gosto)

Preparação:


1- Lavar as chilas por fora

2- Colocar num saco plástico e fechá-lo

3- Atirar para o chão até rachá-la em vários pedaços

4- Proceder a limpeza do interior, retirando as pevides, a espinha que as sustenta e todas as partes amareladas com a ajuda de uma faca

5- Lavar os pedaços de chila em várias águas até deixar de largar espuma

6- Levar a cozer num tacho com água e sal até a polpa se começar a soltar da casca. Coar

7- Com a ajuda de uma colher ou espátula raspar a polpa da chila agarrada à casca

8- Deixar escorrer bem a água e separar com as mãos os fios da chila que estejam ainda agrupados

9- Depois de escorrida, pesar para calcular o peso do açúcar 

10- Num tacho colocar a água, o açúcar, os paus de canela e a casca de limão e a chila. Levar ao lume para ferver

11- Deixar ferver em lume brando para reduzir a calda (demorou cerca de 30 minutos). Desta vez coloquei também canela em pó, daí ter ficado com a cor acastanhada, mas é uma questão de gosto

12- Com a calda reduzida em ponto de doce (+/- 105ºC) é só colocar em frascos esterilizados (enquanto faço o doce coloco os frascos submersos em água e tampas num tacho a ferver cerca de 5/10 minutos),  quando o doce está pronto retiro-os, escorro o excesso de água e coloco-os em cima de papel absorvente e depois encho-os

13- Depois dos frascos cheios, tapo-os e viro-os ao contrário durante 24 horas para criar vácuo, findo esse tempo guardo em local seco e fresco. E temos docinho para o ano todo. Depois de aberto conservar no frigorífico. 





Era uma vez... umas sementinhas pretas, feiosas até. Foram para a terra a ver o que dali ia sair e de uns brotos tímidos, saíram umas belezuras. Abóboras chila (gila). 

Em brincadeira registei as várias fases da semente à abóbora colhida. Só porque sim! 
De abóbora a doce.
Amanhã o passo a passo do doce e usei faca. Só posso dizer que ficou uma delícia.😍







Atrevida a trepar:






Mais um ano... e mais uma celebração do WBD.
A convite da Zorra do blog Kochtopf que promove o World Bread Day neste dia 16 de Outubro, também eu resolvi contribuir para a celebração deste dia com este pão doce delicioso.

O lema da celebração deste dia é que o pão genuíno só precisa de fermento, farinha, água e sal. Não são necessários condimentos artificiais.. O Dia Mundial do Pão é uma oportunidade para mostrar ao mundo como é fácil fazer pão a partir do zero!






Ingredientes:

Para a massa:
1 kg. de farinha trigo sem fermento
300 a 350 ml de água
180 gr. de açúcar
150 gr. de margarina
1 pacote 11 gr. fermento Fermipan
3 ovos
15 gr. de sal
1 colher de sopa de canela em pó
1 colher de sopa de cacau em pó
1 colher de sopa erva doce em pó
Raspa de 1 laranja grande

Para recheio:
Doce de chila
1 ovo batido para pincelar
Compota de abóbora ou outra para pincelar e dar brilho
Açúcar amarelo para polvilhar

Preparação:

Juntar todos os ingredientes menos o fermento em pó e a água toda (ir colocando aos poucos) e amassar com os ganchos da batedeira durante 15 minutos (aos 10 minutos colocar o fermento) e amassar os restantes 5 minutos.

Deixar levedar até dobrar de tamanho cobrindo a taça com película aderente.

Partir a massa em 3 partes e fazer 3 rolos para entrelaçar.

Como a trança era muito comprida cortei em 2.

Colocar doce de chila onde entrelaça a trança. Deixar levedar novamente.

Colocar açúcar amarelo e pincelar com ovo batido.

Levar a cozer em forno pré-aquecido a 180ºC.

Depois de cozida retirar e pincelar com compota de abóbora.


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