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Fazer uma pequena pausa...
Apesar de adorar o meu blog e tudo o que envolve... a vossa companhia diária, os vossos comentários que me fazem sorrir muitas vezes, etc...
Vou estar ausente deste cantinho por uma semana ou duas, não sei...
Deixo-vos com esta frase, que tanto adoro, para reflexão:
"Perderei a minha utilidade no dia em que abafar a voz da consciência em mim"- Mahatma Gandhi


GRANDE FRASE!!!



Cá em casa adoramos este pastel, adoramos! E já há tanto tempo que tinha a receita para fazer, mas tinha receio que não ficasse bem, que me calhasse mal, e em vez de mil folhas, ainda saia uma espécie de pudim todo desfeito. Mas não, correu muito bem.

Na receita original (culinária Chefe Silva), os mil folhas têm metade da altura, ou seja, o creme é colocado num tabuleiro rectangular (dos de rolo). Como eu queria fazer idênticos aos das pastelarias, mais altos, optei por colocar o creme numa forma alta, a do bolo inglês, e só deu para 4 mil folhas grandes, bem grandes, tamanho XXL.

Se optarem por fazer mais baixinhos, necessitarão de 500 gr. de massa folhada que é a quantidade que vem na receita original e, claro, que rende mais em quantidade.

Aqui ficam várias perspectivas das fotos.



Massa Folhada Fresca

Ingredientes:
275 gr. de massa folhada fresca (usei da marca LIDL, que tem formato rectangular, como se pode ver na foto acima) ou massa folhada congelada
1 ovo

Para o creme russo:
500 ml de leite
250 gr. de açúcar
5 ovos
8 folhas de gelatina
1 casca de limão
canela em pó q.b.
açúcar em pó q.b.
Preparação:
Comece por preparar o creme.
Coloque o leite a ferver com uma casca de limão.
Ponha as folhas de gelatina a demolharem num recipiente com água fria cerca de 10 minutos. Após esse tempo retire e esprema o excesso de água.
Separe as gemas das claras.

Bata com a batedeira 200 grs. de açúcar com as gemas. Junte a esta gemada o leite quente misturando bem.
Leve este preparado ao lume (num tacho espaçoso) para engrossar um pouco sem deixar ferver.
Misture as folhas de gelatina espremidas, retire do lume e, mexa bem até dissolver a gelatina.


Deite o preparado num recipiente e deixe arrefecer, sem deixar solidificar. Vá mexendo de vez em quando, enquanto arrefece.
Depois do creme frio, bata as claras em castelo, adicionando no final os 50 grs. de açúcar, batendo bem para que fiquem bem firmes.
Misture as claras com o creme, envolva bem, deite o preparado num tabuleiro pequeno (eu coloquei numa forma de bolo inglês) e leve ao frigorífico a solidificar pelo menos 6 horas.


Estenda a massa folhada com cerca de 3 mm de espessura (no meu caso, usei conforme vinha na embalagem, a espessura que trazia, que era mais ou menos essa).
Corte tiras compridas com 7 ou 8 cm de largura, conforme o tamanho que quer fazer, porque o recheio depois de solidificado terá de ser cortado à mesma largura da massa folhada, para depois montar o pastel.


Ponha as tiras num tabuleiro, pincele por cima com ovo batido, evitando que caia ovo nos bordos. De seguida pique-as com um palito e leve a cozer em forno pré-aquecido a 200ºC, até ficar cozida (demorou cerca de 10/12 minutos).
Depois de cozida, retire do forno, deixe arrefecer.
Retire o creme do frigorífico e passe uma faca a toda a volta da forma para ajudar a descolar.
Com a ponta de uma faca, corte em tiras da largura do folhado.


Com a ajuda de uma espátula, descole as tiras do fundo do tabuleiro e coloque-as numa das das tiras dos folhados.
Cubra com a parte superior e aconchegue bem.
Com uma faca de serrilha, corte pedaços com 6/7 cm de comprimento.
Polvilhe com açúcar em pó e sobre o açúcar desenhe linhas com canela em pó.


Mais uns peitinhos de frango... confesso que é a minha parte favorita, apesar de ser seca, mas é a única que gosto. E, agora que resolvi inovar e inventar diferentes formas de confeccionar, aqui fica mais uma, que adorei. A repetir mais vezes com certeza. Porque não rechear e em cima colocar uma crostinha!

E aqui fica mais uma frase para reflexão:
"Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe." - Oscar Wilde





Ingredientes:
2 peitos de frango
1 alheira
Sal, pimenta preta
1 colher sobremesa de margarina
Salsa seca a gosto
1 colher sopa de pão ralado

Preparação:
Abrir os peitos de frango ao meio, temperar com sal e pimenta por todo.
Retirar a pele à alheira e com um garfo desfazê-la.

Reservar metade da alheira, para a cobertura dos peitos.
Rechear os peitos com metade da alheira.
Numa tigela colocar a restante alheira, o pão ralado, a margarina e a salsa seca. Misturar tudo bem, para que fique uma pasta.

Cobrir os peitos de frango com essa pasta.
Pincelar uma assadeira com azeite e colocar os peitos de frango.

Levar ao forno pré-aquecido a 200ºC até estarem cozinhados.
Aqui demorou cerca de 45/50 minutos, pois os peitos eram um pouco grandes.


As claras existem sempre no meu congelador, resultado de quando faço doces que só levam as gemas, por isso, volta e meia tenho de lhes fazer uma "limpeza".

Fiz este bolo, onde juntei mais dois ingredientes que adoro, o resultado final ficou divinal e muito fofinho também.

A partir de agora volta e meia juntamente com um post vou aqui colocar uma frase para reflexão, e começo hoje.

Aqui fica:"Há três coisas na vida que não voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida." - Autor desconhecido.



Ingredientes:

9 claras

200 gr. açúcar

50 gr. farinha trigo com fermento

60 gr. farinha maizena

1 colher chá fermento em pó

80 gr. margarina

60 gr. chocolate em pó

40 gr. coco



Preparação:

Comece por derreter a margarina para que esfrie. Pré-aqueça o forno a 180ºC.

Com a batedeira bater as claras e assim que começarem a ganhar volume juntar o açúcar e bater mais um pouco.

Com uma colher de pau ou rapa-tachos envolver cuidadosamente a maizena, a farinha e o fermento.

De seguida envolver o chocolate em pó, o coco e por último a margarina derretida.

Untar uma forma de buraco com margarina e colocar o preparado. Levar a cozer a 180ºC.
Demorou cerca de 35 minutos.


Este prato foi resultado daqueles dias em que não se sabe o que fazer, e recorre-se a coisas mais simples e rápidas. Já fui mais adepta de salsichas do que sou agora, como muito raramente. Tudo por causa de um programa de TV que vi, onde explicava como eram feitas as salsichas. Bem, na altura fiquei tão impressionada, que houve anos que não comi salsichas. Mas agora já passou....

Conclusão pus-me a inventar e resultou neste prato, amigo íntimo do colesterol :)

Mas ficou muito bom!


Ingredientes:

2 pessoas:

Salsichas alemãs - 1 frasco

Batatas

4 ovos

Cebola, alho, azeite, pimenta

Azeitonas, salsa picada

1 colher sopa de mostarda

Preparação:

Partir as batatas aos cubinhos e fritá-las. Temperar com sal fino.

Numa frigideira anti-aderente colocar a cebola partida às meias luas e 1 dente de alho com azeite.

Levar ao lume e assim que a cebola ficar transparente colocar as salsichas partidas às rodelas e 1 colher de sopa de mostarda. Envolver tudo, reduzir o lume e deixar cozinhar cerca de 4 minutos.

Juntar as batatas, as azeitonas, a salsa picada e temperar com pimenta.

Numa tigela bater os 4 ovos com um batedor de ovos e juntar ao preparado anterior. Envolver tudo muito bem e rectificar o tempero se necessário.

Enfeitar com salsa picada e azeitonas. Servir.


Volta e meia faço um pãozinho caseiro, mas como não tenho máquina, faço à mão, daí fazer poucas vezes...

Desta vez foi um pão integral, que nada tem haver com o que se compra, basta olhar para a cor deste. Tentei que ficasse tipo um cacetinho, mas ele expandiu-se para os lados e ficou assim baixinho. Mas não foi problema, porque ficou fofinho e bom, e isso é o que interessa.Ingredientes:

500 gr. farinha integral Nacional

2 pacotes fermento em pó de 4,6 gr cada um (usei da marca Vahiné)

1 colher café (pequeninas)açúcar

+/ 500 ml água

Sal

Preparação:

Colocar a farinha num recipiente, temperar com um pouco de sal. Colocar o fermento, o açúcar, acrescentar a água aos poucos, e com a batedeira (com os ganchos) misturar tudo. Se necessário acrescente mais água.

Transfira a massa para a bancada polvilhada com farinha, e com as mãos amasse um pouco e forme uma bola.

Coloque a bola num tabuleiro e tape com um pano para que levede.

Depois de ter dobrado de tamanho, coloque novamente na bancada polvilhada com farinha, e com cuidado forme um cacete a gosto (aqui a massa vai perder o ar que ganhou).

Coloque o cacete num tabuleiro com papel vegetal, tape novamente com o pano para que levede novamente. Assim que tiver aumentado de tamanho, leve a cozer em forno pré-aquecido a 180ºC.

Verifique com um palito se a massa está cozida, quando este sair seco, está pronto.


Foi a primeira vez que experimentei fazer ganache de chocolate. Já tinha visto em programas de TV e confesso que tinha uma certa curiosidade.Realmente, é perfeito para cobertura de bolos.

Desta vez usei num belo bolinho de cenoura e a combinação ficou perfeita!






Ganache de chcolate:



Ingredientes:

3 cenouras médias

280 gr. farinha trigo com fermento

350 gr. açúcar

1 colher sopa de fermento em pó

4 ovos

200 ml óleo

1 pitada de sal

Cerejas cristalizadas e coco para enfeitar

Para o ganache:

1 tablete chocolate de culinária de 200 gr.

1 pacote natas 200 ml

Preparação:

Pré-aquecer o forno a 180ºC.

Bater na liquidificadora as cenouras (partidas às rodelinhas), o óleo, os ovos, o açúcar e uma pitada de sal.

Depois de tudo batido, verter o preparado para um recipiente. Acrescentar a farinha e o fermento. Envolver tudo com um rapa-tachos.

Untar uma forma redonda sem buraco (a minha tem 23 cm de diâmetro), e levar ao forno a cozer.

Demorou cerca de 1h10m., mas convém fazer o teste do palito.

Depois de cozido desenformar e deixar arrefecer.

Preparação do ganache:

Picar a tablete de chocolate o mais miúdo possível.

Colocar o chocolate num pirex de vidro e juntar as natas, levar a derreter em banho-maria, mexendo sempre (a taça de pirex não deve entrar em contacto directo com a água). Assim que estiver derretido deixar arrefecer um pouco e barrar o bolo.

Decorar a gosto.


Hoje de manhã ocorreu-me a caminho do emprego, em colocar um pouco dos meus pensamentos, conclusões que tenho vindo a tirar ao longo dos anos…
Sou de opinião que nada acontece por acaso, seja o que for…
E hoje, numa curta conversa de café com uma amiga minha, decidi-me a colocar “em papel”, pois é incrível como houve uma tal telepatia no tema da nossa conversa, que ela começava a falar e eu terminava-lhe as frases, com as palavras que ela iria dizer.


Houve uma situação que ela contou, que me indignou de tal forma, que se estivesse no local, não sei até que ponto me manteria calada, apesar do local em questão, uma igreja.
Apesar de ser um pouco mórbido, vou resumir.
Um jovem que aparentemente pôs fim à vida, no funeral o padre teve a distinta lata, não tenho outra palavra para lhe aplicar, de dizer que o jovem não era digno de ter a cerimónia fúnebre, pelo acto supostamente feito (isto foi contado por um outro padre que estava presente, mas como amigo do jovem, que também ficou estarrecido, revoltado e indignado com tais palavras).


Mas que “livro” seguiu aquele padre? Afinal não somos todos Irmãos e Filhos de Deus? Independentemente do fim, não teremos direitos iguais? Chiça!!!
Já não chegava para aqueles pais e restante família o sucedido, ainda terem de ouvir tamanha idiotice!!!
Enfim, adiante….Isto foi só um aparte…


Tenho-me deparado cada vez mais com pessoas que vão na rua a falar sozinhas, a discutir ao telemóvel, coisas do género.
Eu olho, e digo a mim mesma, Meu Deus onde é que estas pessoas vão parar?
Será que não param para pensar que se não “abrandam” a vida pode dar uma volta de 360º graus. Será que pensam que as coisas só acontecem aos outros?!


Outra situação que dou comigo muitas vezes a pensar, situações reais, que conheço e conheci, são de pessoas que até estão relativamente bem a nível financeiro, tem tudo para serem felizes, mas alguém que lhes é querido tem um problema de saúde, ou outro problema qualquer. Dependendo do problema, de que lhe servirá o dinheiro?! Será que essas pessoas já pararam para pensar nisso!


Claro que também existem os casos que financeiramente não estão bem, e que também não têm saúde, e têm outro tipo de problemas. Existem as duas situações.
Uma outra coisa, não sei se têm algum caso vosso conhecido também, de pessoas que nunca casaram e nunca tiveram filhos, mas que “partem” muito cedo, perto dos 50 anos. Conheço 2 casos muito próximos, e outros menos próximos.


Isto para dizer que a vida nos põe à prova muitas vezes, e a conclusão a que chego é que temos de saber lidar com a situação e sobretudo ter o poder de aceitação da mesma. Para bem-estar da nossa sanidade mental e física.


Depois existem aquelas pessoas que não conhecemos pessoalmente, só virtualmente, mas que por esta ou aquela razão trocamos mails, e, chegamos à conclusão que temos muita coisa em comum… muita mesmo…e que até acabamos por nos “ajudar” numa simples troca de mails, o que acaba por ser muito gratificante.


Por isso, e para concluir aproveitem a Vida com aqueles que Amam, com aqueles que vos fazem Felizes, nem que seja nas pequenas coisas, que parecem insignificantes, mas que não o são… e lembrem-se sempre, aceitem as pessoas como elas são.
Beijos e Fiquem Bem.


Hoje deixo aqui uma refeição que até é raro fazer. São umas simples costelinhas de porco, que geralmente utilizo no cozido à portuguesa, mas confeccionadas desta forma ficam muitos boas.

São daquelas coisas que uma pessoa por vezes nem se lembra de fazer.Ingredientes:

Costelinhas de porco

Batatas

Cebola, alhos, pimenta preta, azeite

Vinho Branco, loureiro

Chouriço colorau e de vinho

Cenoura

1 tomate bem maduro

1 knorr de carne, sal

Cominhos e colorau


Ingredientes:

Picar uma cebola com 2 dentes de alho para um tacho e levar a refogar com azeite. Quando alourar colocar as costelinhas partidas uma a uma e regar com meio copo de vinho branco. Colocar 2 folhas de loureiro, acrescentar o tomate partido e o knorr.

Envolver tudo. Deixar estufar lentamente, acrescentando água aos poucos.

Quando as costelinhas estiverem a ficar tenras, acrescentar calda e temperar com sal, pimenta, uns pós de cominhos e colorau.


Assim que ferver colocar as batatas partidas aos cubinhos, a cenoura, e os chouriços às rodelas. Deixar cozer.


Para adoçar o fim de semana que se aproxima, e para aquecer a alma, pois com tanto frio ela até arrefece... Deixo aqui uma mousse caseira, que fica muito boa e docinha. Aconselho até a diminuir a quantidade de açúcar para 6/7 colheres somente, em vez das 10 que leva.

Fica com uma textura excelente, nada que se compare às mousses instantâneas.

Ingredientes:

200 gr. chocolate de culinária

6 ovos

10 colheres sopa de açúcar

1 colher de sopa bem cheia de manteiga


Preparação:

Picar a tablete de chocolate em pedaços pequeninos e colocar numa taça de pirex. Levar a derreter em banho-maria o chocolate com a manteiga (num tacho colocar um pouco de água, e levar ao lume para que ferva, colocar a taça pirex em cima do tacho, mas de forma a que a taça não entre em contacto directo com a água. Assim que ferver desligar o lume e ir mexendo o chocolate até derreter completamente).
Juntar as gemas uma a uma, ao chocolate já derretido, batendo com a batedeira sempre. De seguida juntar o açúcar e continuar a bater.

Bater as claras em castelo e envolver manualmente no preparado anterior.

Distribuir por tacinhas e levar ao frigorífico umas horas.


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