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Welcome Setembro! O tempo voa...
Desde que descobri esta receita não quero outra. Retirei a receita do La Dolce Rita. Simples, rápida de se fazer e deliciosa.Já a fiz mais do que uma vez. A última vez acompanhei com uma bola de gelado de chocolate e compota de abóbora. Uma maravilha.

Ficam muito fofos e podem ser feitos e congelados. Depois é só retirar do congelador e levar ao forno.



Ingredientes:



Rende 4 waffles


150 gr de farinha trigo sem fermento

1 colher de sopa de açúcar (usei açúcar baunilhado)
1 colher de chá de fermento em pó
1 pitada de sal
1 ovo
250 ml de leite
1 colher de sopa de óleo

Acompanhamento:
Compota de abóbora e 1 bola de gelado
Açúcar em pó

Canela em pó


Pré-aquecer o forno a 180ºC.

Misturar a farinha, o açúcar, o fermento e o sal. À parte, bater o ovo com o leite e o óleo com uma vara de arames.
Juntar à mistura de farinha, mexendo até massa ficar lisa e sem grumos.

Nota: Passar a forma de silicone por água fria antes de colocar a massa para cozer. Demora cerca 15/20 minutos (fazer o teste do palito).



Depois de cozido pode desenformar e levar novamente ao forno do lado mais clarinho para dourar um pouco, mas é opcional. Eu faço-o por a forma ser de silicone. Quem usar as máquinas de waffles não precisa.

Servir com compota a gosto, polvilhar com açúcar em pó e canela em pó.
Acompanhar com 1 bola de gelado a gosto.




Não sou pessoa de estar muito parada. Gosto de estar com a mente ocupada com isto ou aquilo. Se isso não acontecer das duas uma, ou estou cansada psicologicamente ou fisicamente... Neste momento estou cansada nos dois sentidos, mas existe uma razão...

Como já anteriormente disse tudo que seja trabalhos manuais relaxa-me, simples...

Há uns tempos atrás e numa de fazer algo diferente, resolvi experimentar fazer um suporte de vasos em macramé. Comecei por um de 3 hastes e depois fiz um de 4 hastes, ou melhor, já fiz mais do que um... Este que vos mostro aqui foi para uma pessoa especial, foi para a minha querida mãe. Aqui está o resultado. Acho que ficou lindo, mas eu sou suspeita para o afirmar.
É uma coisa diferente e que não ocupa espaço no chão :)
Gostam?





Biscoitinhos caseiros. Cada vez sou mais fã. Mas admito que faço menos vezes do que gostaria. 
Deixo aqui estes que ficam muito bons, mesmo muito saborosos, e muito fáceis de fazer.



Ingredientes:

100 gr. de açúcar
125 gr. de margarina (à temperatura ambiente)
1 ovo
1 pitada de sal
220 gr. de farinha de trigo sem fermento
50 gr. de cacau em pó


Preparação:

Misturar a farinha, o açúcar, o cacau e a margarina partida aos bocadinhos. Misturar com os dedos. Juntar o ovo e mexendo com a mão até ligar tudo.

Envolver a massa em película transparente e levar ao frigorífico cerca de 1 hora.

Fazer bolinhas e colocar num tabuleiro. Calcar um pouco as bolinhas com um garfo, e levar ao forno a 180ºC pré-aquecido até cozerem.


Mais um ano de blogue!! 

9 anos completados ontem dia 1 de maio com o meu 1º post publicado.
Obrigada aos que permanecem ainda desse lado.
Deixo aqui um pequenino vídeo do que se fez.











O que dizer desta tarte? Que é simplesmente deliciosa! Mais nada...








Ingredientes:
1 base de massa areada (usei marca Pingo Doce)
3 ovos
1 limão grande (raspa e sumo)
1 lata de leite condensado 397 gr
70 gr. de açúcar

Preparação:

Pré-aquecer o forno a 180ºC.
Separar as gemas das claras.
Com a batedeira bater o leite condensado com as gemas. Juntar o sumo e a raspa de limão e bater mais um pouco.

Forrar a tarteira de fundo amovível com a massa areada.
Verter o preparado em cima da massa areada e levar ao forno até cozer (demorou cerca de 35 minutos).

Retirar do forno e deixar arrefecer.
Depois de fria, voltar a pré-aquecer o forno a 200ºC.

Bater as claras em castelo e juntar o açúcar aos poucos.

Colocar o merengue na tarte e levar ao forno cerca de 5/6 minutos, até ficar douradinho em cima.
Retirar, deixar arrefecer.
Servir.





Por vezes até parece que este blog está um pouco abandonado, dada a escassez das publicações, mas não está... Apesar que ando um pouco preguiçosa no que toca a ter de passar a receita, estar a escrever e tudo o que envolve a preparação de um post, isso é verdade. 

Mas também é porque tenho dedicado algum do meu tempo livre às flores e suculentas, isto é, a experiências de semear sementes ou bolbos e ver no que dá...  Cuidar de uma ou outra suculenta e vê-la a ter rebentos novos e florzinhas tão pequeninas, mas tão lindas. 

Porque em forma de brincadeira descobri que isso me relaxa também, e dá-me um enorme prazer ver por exemplo, um bolbo passado uns tempos se transformar numa bela flor, tipo tulipas. Bolbos que meti em vasinhos. Toda a transformação que ocorre, quase como por magia.

Se quiserem que partilhe aqui as minhas experiências digam que terei todo o gosto em fazê-lo. Se não quiserem pode ser que partilhe na mesma (*_*)
Já que os cozinhados andam um pouco lentos... 

Agora deixo aqui este franguinho que resolvi adaptar do tradicional bacalhau com broa. Só vos digo que ficou uma delícia.  





Ingredientes:

1 frango (sem pele)
Sal
Pimenta preta
Sumo de limão
1 cebola
1 pimento vermelho pequeno
Azeite

Cobertura:
250 gr. broa milho
2 dentes de alho grandes
Salsa q.b.
3 colheres de sopa de mostarda bem cheias
6 colheres de sopa do molho da assadeira do frango

Preparação:

Retirar a pele ao frango e partir aos bocados. Temperar com sal, pimenta preta e sumo de limão. Deixar pelos menos 30 minutos a marinar, de preferência mais tempo.
Num tabuleiro que possa ir ao forno colocar a cebola partida às meias luas, e o pimento às rodelas regando generosamente com azeite.

Por cima colocar o frango e levar ao forno a 220ºC.
Virar a meio da cozedura e regar com o azeite da assadeira.

Triturar todos os ingredientes da cobertura (fi-lo na 1 2 3) e reservar.
A 20 minutos do fim cobrir o frango com a cobertura de broa e retirar.




Este doce foi a 1ª vez que o fiz. Adoro chila, mas nunca me tinha dado ao trabalho de fazer, porque sempre ouvi dizer que era trabalhoso... 
Ao passar por uma frutaria vi uma abóbora chila e ela piscou-me o olho. Fui para casa sempre com o raio da chila na cabeça. 

Até que fui à internet procurar a confecção do doce e vi um ou outro blog, mas ia dar tudo ao mesmo. Ia dar tudo à questão de não se poder utilizar nada metálico, tipo faca, anéis, colher, na chila, pois caso se usasse a abóbora ficava com odor a peixe.

Humm... comprei a chila e comecei o doce seguindo todos os passos que tinha encontrado na net. Até fiz uma sequência de fotos a explicar tudinho para quem quiser fazer.




Devo dizer que ficou uma delícia, provei ainda morninha e estava divinal.

Agora pergunto, é um mito a questão do odor a peixe em contacto com metal?
Parece que é. Isto porque duas pessoas conhecidas já fizeram o doce muitas vezes, e em conversa me disseram que basta simplesmente tirar as pevides e aquela parte (tripa) junto às pevides amarela escura, que é isso que provoca o mau sabor. E que de resto se pode utilizar faca, não necessita de estar de molho, nada disso. 

Como eu já tinha feito a minha, não posso tirar a prova dos nove, só numa próxima, e sem dúvida que assim é menos trabalhoso.

Mas aqui fica a forma como eu fiz desta vez. Podem visualizar aqui.





Ingredientes:
1 Abóbora chila (gila) - tinha 3,200 Kg.
Açúcar (Mesmo peso da abóbora escorrida)
Água
3 paus de canela
1 casca de limão
8 cravinhos
Sal

Preparação:

Coloquei a abóbora dentro de uma saco plástico e atirei ao chão para rachar.
Retirar as sementes e tripas (fios grossos amarelos escuros que sustentam as sementes e que ao cozer se tornam amargos e duros).

Colocar os pedaços de gila dentro de uma bacia com água e lavar até que deixe de fazer espuma.
Depois de lavada colocar a abóbora com a casca virada para baixo, e deixar de molho de um dia para o outro.

Após esse tempo, cozer a gila em água temperada com sal.

A gila está cozida quando o miolo começa a despegar da casca.
Retirar, deixar amornar e separar com a ajuda de uma colher a gila da casca. Desfiar os fios com a mão.
Deixar escorrer a gila.

Depois de escorrida pesar a gila (pesava cerca de 1,114 gr.)
Num tacho colocar o açúcar (coloquei 1 kg.), os paus de canela, os cravinhos e a casca de limão e meio litro de água (por cada kilo de açúcar usar 1/2 litro de água, mas não é regra).
Levar ao lume e deixar ferver 10 minutos. Retirar os cravinhos e juntar a gila. Deixar ferver, mexendo de vez em quando. Quando começar a secar a água e adquirir o ponto de estrada (passar a colher de pau no fundo do tacho e ficar tipo uma estrada), está pronto. Retirar os paus de canela e a casca de limão.
Encher os frascos (previamente esterilizados) com o doce quente e feche de imediato.

Esterilizar os frascos:
Coloquei os frascos sem tampa num tabuleiro com a boca para cima e liguei o forno a 200ºC, deixando cerca de 20 minutos.
As tampas fervi-as em água cerca de 5 minutos. Retirei e coloquei sobre papel absorvente viradas para baixo.

Verter o doce (com 1 colher tipo molheira passada por água fervente) para cada frasco ainda quentes. Fechar e virar ao contrário durante 24 horas.
Guardar em local seco e fresco ao abrigo da luz.




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