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O que é melhor do que uma compota caseirinha? É certo que dá um pouco de trabalho, mas o sabor não se compara às industrializadas...

Esta é de abóbora, um clássico que pode sofrer variações, ora com noz, ou outro fruto seco.

Fiz esta do Chef Henrique Sá Pessoa, e adorei. Fica muito boa.







Ingredientes:

1 kg. de abóbora (peso descascada) partida em cubinhos.
700 gr. de açúcar
Raspa de 1 laranja
Sumo de 2 laranjas
3 paus de canela

Preparação:
Num tacho colocar a abóbora cortada em cubinhos, o açúcar, o sumo das 2 laranjas e a raspa.
Junte os paus de canela e deixe o preparado cozinhar cerca de 1 hora (deixei 1h10min) mexendo de vez em quando.

Passado esse tempo, retirar os paus de canela, e triturar com a varinha mágica a maior parte da abóbora (apesar de na receita o Chef não ter triturado), e deixar ferver mais um pouco.

Enquanto a compota se faz, 20 minutos antes dela estar pronta, esteriliza-se os frascos.
Colocar os frascos cheios de água fria, e as tampas separadas dos frascos, dentro de um tacho ou panela alta para que fiquem submersos. Encher o tacho com água até cobrir os frascos e levar ao lume até ferver durante 5 minutos. 

Com a ajuda de uma tenaz, e com cuidado para não se queimar retirar os frascos, verter a água, e colocá-los sobre um pano limpo ou papel de cozinha com o bocal para baixo, assim como as tampas.

Assim que a compota estiver pronta colocar dentro dos frascos (que ainda estarão mornos), deixando cerca de 1,5 cm por encher. Tapar os frascos com as tampas e virar ao contrário durante cerca de 24 horas para criar vácuo.

Passadas 24 horas podem virar para cima e guardar em local seco e ao abrigo da luz.
Depois de aberto consumir no prazo de 1 mês.
Rendeu cerca de 4 frascos.





As abóboras já andam aí a piscar-nos o olho...

É vê-las todas pomposas, umas alaranjadas, outras de casca verde, uma mescla de cores outonais. Até porque já estamos oficialmente no Outono uma das minhas estações preferidas.

Resolvi fazer esta compota muito simples, mas deliciosa. Optei por ralar, mas podem partir aos bocados mais pequeninos e deixá-los inteiros.

Fiz um pequeno vídeo que podem ver aqui





Ingredientes:

1 kg. de abóbora limpa e sem casca
600 gr. de açúcar
2 paus de canela
Sumo de 1 laranja
1 colher de sobremesa de canela em pó

Preparação:

Colocar a abóbora partida e os restantes ingredientes num tacho. Levar para ferver durante cerca de 50/55 minutos.

Ralar com a varinha mágica e levar novamente a ferver cerca de 5/10 minutos até atingir o ponto de estrada.

Colocar em frascos esterilizados.



Doce de gila quem gosta? Eu gosto muito. É um doce que é um pouco mais trabalhoso do que as outras compotas, mas com calma e paciência faz-se bem.

Já cá tenho no blogue a 1ª vez que fiz seguindo as regras de não usar nada metálico, porque estragava a gila. 

Já fiz uma 2ª vez usando faca depois de descobrir que não passava de um mito e a partir daí tenho usado sempre faca. E garanto que fica muito boa!
Mostro tudo no vídeo que fiz aqui.



Ingredientes:

1 abóbora chila (no vídeo fiz 2 abóboras)
Sal para temperar a água para cozer a chila

Para a calda de açúcar:

Açúcar: igual ao peso da chila cozida e escorrida 
Água: Por cada kilo de chila cozida e escorrida - usar 250 ml (usei 375 ml para 1,5 kg de chila escorrida)
2 Paus de canela por cada abóbora (usei 4)
1 Cascas de limão por cada abóbora (usei 2)

1 colher café pequenina de canela em pó (opcional, é uma questão de gosto)

Preparação:


1- Lavar as chilas por fora se tiverem terra.

2- Colocar num saco plástico e fechá-lo.

3- Atirar para o chão até rachá-la em vários pedaços.

4- Proceder a limpeza do interior retirando as pevides, a espinha que as sustenta e todas as partes amareladas com a ajuda de uma faca.

5- Lavar os pedaços de chila em várias águas até deixar de largar espuma.

6- Levar a cozer num tacho com água e sal até a polpa se começar a soltar da casca (cerca 1:30h). Retirar.

7- Com a ajuda de uma colher ou espátula raspar a polpa da chila agarrada à casca.

8- Separar com as mãos (ou com ajuda de um garfo) os fios da chila que estejam ainda agrupados. Deixar escorrer bem a água.

9- Depois de escorrida, pesar para calcular o peso do açúcar. 

10- Num tacho colocar a água, o açúcar, os paus de canela, a casca de limão e a chila. Levar ao lume para ferver.

11- Deixar ferver em lume brando para reduzir a calda (demorou cerca de 30 minutos). 

12- Com a calda reduzida em ponto de doce (+/- 105ºC) é só colocar em frascos esterilizados. 

13- Esterilizar frascos no forno:
Colocar os frascos previamente lavados num tabuleiro e levá-los ao forno frio. Ligar o forno a 180ºC durante cerca de 20 minutos.
As tampas coloco num tacho a ferver cerca de 5/10 minutos).

14- Depois dos frascos cheios, tapo-os e viro-os ao contrário durante 24 horas para criar vácuo. Findo esse tempo guardo em local seco e fresco. Depois de aberto conservar no frigorífico. 




Marmelada caseirinha é boa, muito boa. Mas dá um pouco de trabalho. Já diz o ditado "sem trabalho nada se faz" e é verdade. Aplica-se também a isto.

Resolvi fazer, mas o raio dos marmelos ainda estavam um pouco verdes, daí a cor mais clara dela. Pode ser que ainda faça com marmelos mais madurinhos... a ver vamos.
Mas ficou muito boa.






Ingredientes:

2 kg marmelos (depois de limpos os caroços tinha cerca de 1600 kg)
1 kg de açúcar para as 1.600 kg de marmelos (cortei à quantidade de açúcar)
50 ml vinho do Porto
50 ml de água
2 cascas de limão
1 pau de canela

Preparação:


Lavar os marmelos retirando aquela penugem que têm por fora e retirar os caroços. Partir aos bocadinhos.
Colocar todos os ingredientes num tacho e levar a cozer cerca de 1 hora em lume brando (até estarem bem cozidos).

Retirar as cascas de limão e o pau de canela.
Ralar com a varinha mágica. 

Levar novamente ao lume a ferver cerca de 8/10 minutos para engrossar, se necessário deixe ficar mais tempo- (cuidado que quando ferve tem tendência a "salpicar" e pode queimar).

Colocar em tigelas ou taças esterilizadas. Se for para uso prolongado tapar com papel vegetal embebido em água ardente.



Nada como uma compota caseirinha sem corantes nem conservantes...

Estamos na época dos belos figuinhos e porque não uma compota deles brindada com um vinho do Porto e nozes 😋

Queria fazer pouca quantidade por isso usei só 700 gr de figos e deu 2 frascos e pouco.
Ficou deliciosa!!! Acompanhamento excelente para queijos.





Ingredientes:

700 gr. figos
400 gr. açúcar
2 paus de canela
2 colheres de sopa de sumo de limão
3 colheres de sopa de vinho do porto 
10 nozes (miolo partido aos bocadinhos)

Preparação:

Retirar os pés aos figos e cortar em quatro. Colocar num tacho com o açúcar e restantes ingredientes excepto as nozes.

Levar ao lume e deixar ferver em lume brando, cerca 20 minutos. Adicionar as nozes e deixar ferver até obter o ponto de estrada (colocar um pouco de doce num pratinho e passar uma colher no meio, se ficar tipo uma estrada por uns segundos, está pronto).

Colocar em frascos esterilizados (colocar os frascos e tampas em agua a ferver cerca de 5 minutos).

Fechar os frascos e virar ao contrário durante 24 horas. Passado esse tempo voltar para a posição normal. Guardar em local seco e fresco.



Ano passado fiz este doce, pela 1ª vez (aqui) seguindo a regra de não usar faca no preparo da abóbora chila pois ficava estragada, com cheiro a peixe, mau odor, etc... pois na internet tudo o que vi assim o dizia.

Entretanto através de um Sr. pasteleiro tive conhecimento que isso de não usar faca era tudo treta, que o que causava odor eram as partes amarelas junto às pevides e a espinha "dorsal" que sustenta as pevides.

Então este ano como tinha chilas q.b. decidi tirar as dúvidas.
Conclusão? Realmente é treta, podem usar faca à vontade que não estraga a chila.

Tinha 3 chilas para usar.
Primeiro tentei cortar como se corta uma abóbora, e consegui, mas exige algum esforço de mãos. Retirei com a faca as pevides, a espinha, e tudo o que seja amarelado. Com a faca tirei aos bocados a chila agarrada à casca.
Como exige algum esforço, nas outras duas optei por outro método.

Lavei a chila bem lavada por fora, coloquei num saco plástico de asas no qual dei um nó e pimba atirei para o chão para a partir em vários bocados (assim não fiz força a parti-la e não se suja o chão). 

Retirei do saco e limpei as pevides, a espinha e as partes amarelas. A única diferença é que não retirei a casca da chila, pois resolvi cozer com a casca como fiz ano passado. Para mim é menos trabalhoso e depois de cozida a polpa separa-se muito bem da casca, é só raspar com uma colher.
Ou seja cozi 1 chila descascada e outras 2 com a casca.
Depois de cozida foi fazer o doce que explico abaixo (não se assustem com o tamanho da descrição).
Por isso podem usar faca à vontade.

Chila: "Olha eu aqui toda pomposa. Nem sei o que me espera"

Ratolinha: Pois não, tu e as tuas irmãs ihihih




Aqui fica a sequência das fotos:

A limpar as pevides, a espinha e as partes amarelas com a faca:



O que se retira e ainda usei uma tesoura também na limpeza:





Chila já lavada em várias águas, pronta a ir para o tacho:



Chila já no tacho com água e sal para cozer:




Chila já cozida. Pode-se ver a polpa a separar-se da casca:



O miolo depois de raspado da casca:


A calda do açúcar onde falta colocar a chila:



Já a ferver para reduzir:


Doce já no ponto pronto para colocar nos frascos:


Colocada nos frascos previamente esterilizados:




Doce de chila pronto a ser utilizado ( a sua cor deve-se ao facto de ter usado também canela em pó):




Ingredientes:
Usei:
3 abóboras chila (peso da chila escorrida tinha 1500 gr.)
Sal
Açúcar: igual ao peso da chila escorrida (cortei um pouco e usei 1200 gr.)
Água: Por cada kilo de chila usar 250 ml (usei 375 ml para 1,5 kg de chila)
2 Pau de canela
2 Cascas de limão
Canela em pó (opcional, é uma questão de gosto)

Preparação:


1- Lavar as chilas por fora

2- Colocar num saco plástico e fechá-lo

3- Atirar para o chão até rachá-la em vários pedaços

4- Proceder a limpeza do interior, retirando as pevides, a espinha que as sustenta e todas as partes amareladas com a ajuda de uma faca

5- Lavar os pedaços de chila em várias águas até deixar de largar espuma

6- Levar a cozer num tacho com água e sal até a polpa se começar a soltar da casca. Coar

7- Com a ajuda de uma colher ou espátula raspar a polpa da chila agarrada à casca

8- Deixar escorrer bem a água e separar com as mãos os fios da chila que estejam ainda agrupados

9- Depois de escorrida, pesar para calcular o peso do açúcar 

10- Num tacho colocar a água, o açúcar, os paus de canela e a casca de limão e a chila. Levar ao lume para ferver

11- Deixar ferver em lume brando para reduzir a calda (demorou cerca de 30 minutos). Desta vez coloquei também canela em pó, daí ter ficado com a cor acastanhada, mas é uma questão de gosto

12- Com a calda reduzida em ponto de doce (+/- 105ºC) é só colocar em frascos esterilizados (enquanto faço o doce coloco os frascos submersos em água e tampas num tacho a ferver cerca de 5/10 minutos),  quando o doce está pronto retiro-os, escorro o excesso de água e coloco-os em cima de papel absorvente e depois encho-os

13- Depois dos frascos cheios, tapo-os e viro-os ao contrário durante 24 horas para criar vácuo, findo esse tempo guardo em local seco e fresco. E temos docinho para o ano todo. Depois de aberto conservar no frigorífico. 





Este doce foi a 1ª vez que o fiz. Adoro chila, mas nunca me tinha dado ao trabalho de fazer, porque sempre ouvi dizer que era trabalhoso... 
Ao passar por uma frutaria vi uma abóbora chila e ela piscou-me o olho. Fui para casa sempre com o raio da chila na cabeça. 

Até que fui à internet procurar a confecção do doce e vi um ou outro blog, mas ia dar tudo ao mesmo. Ia dar tudo à questão de não se poder utilizar nada metálico, tipo faca, anéis, colher, na chila, pois caso se usasse a abóbora ficava com odor a peixe.

Humm... comprei a chila e comecei o doce seguindo todos os passos que tinha encontrado na net. Até fiz uma sequência de fotos a explicar tudinho para quem quiser fazer.




Devo dizer que ficou uma delícia, provei ainda morninha e estava divinal.

Agora pergunto, é um mito a questão do odor a peixe em contacto com metal?
Parece que é. Isto porque duas pessoas conhecidas já fizeram o doce muitas vezes, e em conversa me disseram que basta simplesmente tirar as pevides e aquela parte (tripa) junto às pevides amarela escura, que é isso que provoca o mau sabor. E que de resto se pode utilizar faca, não necessita de estar de molho, nada disso. 

Como eu já tinha feito a minha, não posso tirar a prova dos nove, só numa próxima, e sem dúvida que assim é menos trabalhoso.

Mas aqui fica a forma como eu fiz desta vez. Podem visualizar aqui.





Ingredientes:
1 Abóbora chila (gila) - tinha 3,200 Kg.
Açúcar (Mesmo peso da abóbora escorrida)
Água
3 paus de canela
1 casca de limão
8 cravinhos
Sal

Preparação:

Coloquei a abóbora dentro de uma saco plástico e atirei ao chão para rachar.
Retirar as sementes e tripas (fios grossos amarelos escuros que sustentam as sementes e que ao cozer se tornam amargos e duros).

Colocar os pedaços de gila dentro de uma bacia com água e lavar até que deixe de fazer espuma.
Depois de lavada colocar a abóbora com a casca virada para baixo, e deixar de molho de um dia para o outro.

Após esse tempo, cozer a gila em água temperada com sal.

A gila está cozida quando o miolo começa a despegar da casca.
Retirar, deixar amornar e separar com a ajuda de uma colher a gila da casca. Desfiar os fios com a mão.
Deixar escorrer a gila.

Depois de escorrida pesar a gila (pesava cerca de 1,114 gr.)
Num tacho colocar o açúcar (coloquei 1 kg.), os paus de canela, os cravinhos e a casca de limão e meio litro de água (por cada kilo de açúcar usar 1/2 litro de água, mas não é regra).
Levar ao lume e deixar ferver 10 minutos. Retirar os cravinhos e juntar a gila. Deixar ferver, mexendo de vez em quando. Quando começar a secar a água e adquirir o ponto de estrada (passar a colher de pau no fundo do tacho e ficar tipo uma estrada), está pronto. Retirar os paus de canela e a casca de limão.
Encher os frascos (previamente esterilizados) com o doce quente e feche de imediato.

Esterilizar os frascos:
Coloquei os frascos sem tampa num tabuleiro com a boca para cima e liguei o forno a 200ºC, deixando cerca de 20 minutos.
As tampas fervi-as em água cerca de 5 minutos. Retirei e coloquei sobre papel absorvente viradas para baixo.

Verter o doce (com 1 colher tipo molheira passada por água fervente) para cada frasco ainda quentes. Fechar e virar ao contrário durante 24 horas.
Guardar em local seco e fresco ao abrigo da luz.




Compotas caseiras. Existe coisa melhor?
Devo dizer que nunca fui muito fã de fazer compotas, mas isso mudou. Agora faço e apesar do tempo que demora, da esterilização dos frascos, do açúcar que leva, admito que compensa comparadas com as de compra, cheias de conservantes.
Fiz esta de ameixa com um toque de canela e gostei muito.
Faço uma pequena quantidade, mas quem fizer em quantidades grandes ainda mais compensa.
Fica a sugestão.





Ingredientes:

1 kg. de ameixa vermelha (peso sem caroço)
2 paus de canela
500 gr. de açúcar
1 colher de sopa de sumo de limão

Preparação:
Lavar as ameixas, retirar o caroço e partir aos bocadinhos.
Num tacho colocar tudo e levar ao lume. Assim que ferver reduzir para o mínimo, e deixar ferver cerca de 1h45, mexendo de vez em quando.
Retirar os paus de canela. Colocar em frascos previamente esterilizados.

Esterilizar frascos:
Colocar os frascos cheios de água fria, e as tampas separadas dos frascos, dentro de um tacho ou panela alta para que fiquem submersos. Encher o tacho com água até cobrir os frascos e levar ao lume até ferver durante 5 minutos. 

Com a ajuda de uma tenaz, e com cuidado, para não se queimar retirar os frascos, verter a água, e coloca-los sobre um pano limpo ou papel de cozinha com o bocal para baixo, assim como as tampas.
Assim que a compota estiver pronta colocar dentro dos frascos, deixando cerca de 1,5 cm por encher. Tapar os frascos com as tampas e virar ao contrário durante cerca de 24 horas para criar vácuo.
Passadas 24 horas podem virar para cima e guardar em local seco e ao abrigo da luz.
Depois de aberto colocar no frigorífico.